Carrefour Brasil obtem alta de rendimento no segundo trimestre de 2018

Impulsionado pela expansão de vendas do setor de atacado, o Carrefour Brasil obteve um lucro líquido de R$ 440 milhões no segundo período trimestral de 2018. Comparado aos números conquistados no ano passado, o valor corresponde a uma alta de 47% no trimestre. A queda dos juros na economia e a redução das dívidas da companhia também ajudaram no resultado positivo.

Desempenho similar foi verificado pela concorrente do setor, a companhia GPA, que publicou um resultado superior em cinco vezes ao obtido no mesmo período de 2017. Também facilitada pela expansão do setor de atacado, os ganhos com a política de reversão de tributos foi outro fator vantajoso para o grupo.

De acordo com as pesquisas e os balanços da companhia, o setor de Atacadão teve uma alta de cerca de 20% antes da depreciação, amortização, impostos e juros, que sofreram ajustes no segundo período trimestral em relação ao ano anterior, o que significou R$ 593 milhões. Em virtude dos grandes estoques de produtos nas lojas da rede, o grupo anunciou que não foi prejudicado de maneira intensa pelos efeitos da greve dos caminhoneiros.

No entanto, segundo levantamentos nesta área de comércio, a Páscoa no início de Abril e a paralização atingiram significativamente as companhias de supermercados. Segundo as pesquisas, o Ebitda da unidade recuou perto de 38%, significando R$ 161 milhões. De acordo com o levantamento do Carrefour Brasil, a Páscoa e a greve acabaram por impactar o setor, e foram responsáveis por mais da metade da queda nas vendas.

A empresa ainda informou que o ramo que mais obteve crescimento no varejo foi o comércio eletrônico, com o GMV (valor bruto de vendas) alcançando 123% de alta no período. Comparado com os resultados de 2017, foi uma elevação de 21% nos resultados. O aumento da variedade nos produtos fornecimentos certamente ajudou a empresa: sua taxa de crescimento foi de 34% em relação ao primeiro trimestre.

Com base no balanço, o grupo Carrefour Brasil, que anunciou que pagará dividendos de R$ 122 milhões aos seus acionistas, fechou o resultado financeiro no período com R$ 55 milhões negativos. Em 2017, o resultado negativo foi de R$ 216 milhões.

Vendas do Carrefour Brasil aumentaram no último trimestre do ano passado

No último trimestre de 2017, o Carrefour Brasil apresentou vendas no valor bruto de 13,6 bilhões de reais, um índice de aumento de 5,3% em comparação aos mesmos meses de 2016, segundo dados informados pela própria rede de supermercados.

O grupo apresentou um aumento nas suas vendas totais, sendo que a empresa inaugurou no mesmo período 29 novos estabelecimentos, subindo 1,4% e que foi sustentada pela bandeira de atacarejo Atacadão, que teve um aumento da sua expansão de 2,2%. No caso da rede de supermercados Carrefour houve uma queda das suas vendas em 0,1%, no conceito mesmas lojas.

Essas informações foram dadas no dia seguinte que a sua concorrente GPA, ter informado o aumento das suas vendas brutas em 7% no último trimestre de 2017, sendo incentivadas por um aumento do número de suas lojas em 27,7%, que ocorreram com a sua bandeira de atacarejo Assaí. Com a base mesmas lojas, o aumento foi de 11% e as vendas das outras bandeiras do grupo no setor alimentar, caíram cerca de 0,1%.

No relatório, a rede do Carrefour Brasil afirmou que os resultados encontrados no setor de supermercados da rede, se mantiveram regulares, mesmo ante o período de intensa deflação do setor alimentício durante o período, que foi maior do que a apresentada no terceiro trimestre de 2017.

A rede informou que as vendas dos produtos que não são alimentícios nos supermercados da rede, apresentaram um aumento na casa dos dois dígitos no último trimestre de 2017, ajudando nos índices alcançados nas vendas totais da rede, apesar do quadro desfavorável da economia brasileira.

Mas a rede Carrefour Brasil apresentou durante o período do ano todo de 2017, um aumento nas suas vendas brutas em todo o território nacional de 7,2%, chegando a 49,65 bilhões de reais.

O ano passado terminou com a rede Carrefour Brasil apresentando 634 lojas espalhadas pelo Brasil, sendo que 146 de atacarejo, 119 de conveniência, 103 hipermercados e 126 drogarias. A rede teve a sua maior expansão no setor de atacarejo, que inaugurou onze novas lojas e no setor de  lojas de conveniência,  que inaugurou 49 novas lojas em 2017.

Manaíra Shopping, de Roberto Santiago, mantém crescimento mesmo em tempos de crise

O shopping centers brasileiros alcançaram crescimento de 6,5% no ano de 2015. De acordo com informações retiradas do censo encomendado pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), o segmento faturou aproximadamente R$ 150 bilhões naquele ano.

No estado da Paraíba o panorama não diverge daquele verificado a nível nacional. Mesmo diante o cenário de crise que aflige toda a economia brasileira, os shopping centers da região têm muitos motivos para comemorar. Um bom exemplo é o Manaíra Shopping, que pertence ao empresário Roberto Santiago, e que não para de crescer.

A pesquisa realizada de forma conjunta pela Abrasce e pelo Grupo de Estudos Urbanos (GEU), além de trazer boas notícias para o segmento, também conferem ao setor maior potencial de investimento. Esse contexto possibilita melhores condições para expansão e inovação, o que reflete diretamente na qualidade do serviço oferecido ao público.

O levantamento ainda revelou que o Brasil possui 538 centros de compra em funcionamento e cerca de 30 em fase final de construção – números que ressaltam o vigor do segmento. Outros dados apresentados pelo censo atestam o bom momento do setor: mesmo vivenciando um período de crise econômica, os shopping centers empregam mais 1 milhão de trabalhadores em todo pais; somente no ano de 2015, aproximadamente 54 mil postos de trabalho foram preenchidos em shoppings.

A força do nordeste

A região Nordeste é responsável, em números totais, pela segunda maior realização de vendas em shoppings, somente atrás da região sudeste. A Paraíba, com o impulso do empreendimento realizado por Roberto Santiago (Manaíra), celebra o avanço do setor e busca se reinventar constantemente, desenvolvendo as áreas comerciais e de lazer e diversão, o que gera impactos positivos nas vendas como um todo.

Segundo a gerente de marketing do Manaíra Shopping, Rafaela Barros, os centros de compra, para permanecerem sempre em foco, precisam se reinventar constantemente. O empreendimento de Roberto Santiago, dentre os cincos principais centros de compra do Paraíba, é o que possui a maior área disponível para locação de uso comercial (75 mil metros quadrados).

A gerente ainda salienta que o Manaíra, além de centro comercial, também se apresenta como espaço multiuso, oferecendo a seus clientes: academia de ginástica, faculdade e casa de shows – idealizados por conta do tino comercial de Roberto Santiago.

Números atestam o otimismo dos empresários

Os resultados positivos também contribuem para tranquilidade dos gestores nos shopping centers paraibanos. Segundo estudo divulgado recentemente e que analisou a confiança dos empresários em shopping centers, aproximadamente 40% dos empreendedores esperam que o segmente registre expansão de 5% no ano seguinte, mesmo que a crise ainda não tenha chegado ao fim. No mesmo levantamento, cerca de 60% dos empresários crê que os efeitos da crise não impactarão seus negócios.

Outra informação relevante apurada na pesquisa faz referência à intenção de consumo as famílias, que pelo terceiro ano consecutivo apresentou aumento em relação ao valor gasto em shoppings. O Manaíra, de Roberto Santiago, no ano de 2015, recebeu um movimento de aproximadamente 2 milhões de pessoas.

Aumentou o repasse das loterias federais para programas sociais nos últimos anos

O valor da arrecadação da loterias tiveram uma alta de 8,1% no final no acumulado de 2017, e considerando uma comparação em termos nominais com 2016, o valor alcançado foi de R$ 13,88 bilhões. O número real da alta no acumulado do ano passado foi de 5,1%. Devido a essa maior arrecadação, o crescimento também foi em relação ao repasse que as loterias destinam à programas sociais, que tiveram uma alta de R$ 6,09 bilhões no repasse deste dinheiro em 2016 e de R$ 6,44 bilhões no ano passado, um crescimento nominal na casa dos 5,7%. Essa alta em parâmetros reais foi de 2,7%.

A divulgação destes dados foi realizada no dia 11 de janerio deste ano, lançada no Boletim de Acompanhamento do Mercado de Loterias, de responsabilidade da Seae – Secretaria de Acompanhamento Econômico – do Ministério da Fazenda. Os gráficos que apontam a arrecadação das loterias federais até o mês de dezembro de 2017, são baseados também no IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.

Em 2013, a arrecadação acumulada foi de R$ 6,84 bilhões; em 2014, a cifra foi de 7,59 bilhões; em 2015 houve a maior arrecadação na comparação, fechando o ano em R$ 7,61 bilhões; 2016 fechou com R$ 6,27 bilhões e o ano passado com R$ 6,44 bilhões. As fontes destes dados são da Caixa Econômica Federal com a elaboração do Seae.

Segundo resultados divulgados pela Caixa Econômica Federal, os valores destinados das loterias federais para os programas sociais funcionam da seguinte forma:

O valor de R$ 1,06 milhões foram destinados ao esporte nacional, sendo repassados diretamente ao Ministério do Esporte, à Confederação Brasileira de Clubes, aos Comitês Olímpico e Paraolímpico Brasileiros e aos Clubes de Futebol.

Foram destinados R$ 2,3 bilhões a Seguridade Social;

R$ 1,3 bilhão para o FIES – Programa de Financiamento Estudantil do Ensino Superior;

R$ 384 milhões para o FNC – Fundo Nacional de Cultura;

R$ 417 milhões para o Funpen – Fundo Penitenciário Nacional;

R$ 14 milhões para a Apae – Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais.

Mesmo com uma alta no repasse, o valor da arrecadação ainda é inferior aos repasses entre os anos de 2013 e 2015. Em relação ao PIB – Produto Interno Bruto – do país, a arrecadação geral foi de 0,21% no ano passado.

Em 2013, a arrecadação nominal foi de R$ 11,42 bilhões; em 2014 foi de R$ 13,53 bilhões; em 2015 a arrecadação foi de R$ 14,91 bilhões; em 2016 alcançou R$ 12,84 bilhões; e em 2017 encerrou o ano em R$ 13,88 bilhões.

 

Exportações de frutas será mais enfatizada, de acordo com o Mapa

De acordo com o Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em fevereiro de 2018 será implantado o Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura, que tem como objetivo criar uma política estratégica para as ações que cuidam do setor, proporcionando mais qualidade na produção, uma maior produtividade, um crescimento do consumo interno destes produtos e o principal, mais exportação.

Existe uma perspectiva de que o Brasil irá aumentar a produção dentro de cinco anos, com um crescimento de 50% do volume de produtos exportados até 2020. O Brasil ocupa atualmente a 23ª posição no ranking internacional de exportação de frutas, segundo informa a Abrafrutas – Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados – que segue como parceira para as metas estabelecidas pelo Mapa.

Segundo Ricardo Cavalcanti, assessor da Secretaria-Executiva do Mapa, “alguns gargalos impedem maior competitividade da fruticultura brasileira, por isso é importante a adoção de políticas de médio e longo prazos, compreendendo parceria público-privada em conexão com as demandas de mercado”.

A fruticultura no Brasil é uma das que mais podem ser encontradas diversidades em todo o mundo, com uma área total de cultivo maior que 2 milhões de hectares, e com capacidade de gerar empregos no campo, no agroturismo, na agroindústria, em todas as fases da cadeia produtiva e no fornecimento de insumos e serviços, além de possibilitar que sejam geradas rendas diante do mercado interno e externo.

Esse setor é visto como prioritário pelo governo, tendo em vista toda a capacidade que ele tem de avançar sobre o mercado externo. O Brasil é considerado o terceiro maior produtor de frutas do mundo, mas não explora todo esse potencial em termos de exportação, mandando para fora do país somente 2,5% do que produz anualmente. No ano passado, as exportações brasileiras atingiram 784 mil toneladas do produto, alcançando US$ 852 milhões na balança comercial.

Mesmo com um retrospecto considerado bom, o Brasil fica atrás de outros países latino-americanos que produzem frutas para exportação. No ano passado, o Chile atingiu a cifra de US$ 4 bilhões em exportações de frutas e o Peru US$ 2,4 bilhões. O Mapa também irá introduzir o mesmo plano voltado para a fruticultura no cultivo do feijão, tendo como objetivo melhorar a cadeia produtiva deste alimento aqui no Brasil e exportar mais ao longo dos anos.

 

CGU identificou fraude em quase 350 mil cadastros do Bolsa Família

A CGU – Controladoria-Geral da União, revelou por meio de uma auditoria que 350 mil cadastros realizados no Bolsa Família foram fraudados. O relatório feito pela CGU ainda apontou que o governo gastou mais de R$ 1 bilhão em cadastros no Bolsa Família com pessoas que não tinham o direito de receber o benefício. Além da fraude comprovada pelo órgão, a CGU ainda declarou que todos as pessoas que receberam o benefício de forma indevida serão procurados pelo governo.

O secretário federal que atua no controle interno da CGU, Antônio Carlos Leonel, disse sobre o caso: “Não é aquele indivíduo que aumentou a renda, conseguiu emprego, melhorou que a gente vai atrás. O que nos preocupa é aquele caso da pessoa que já entrou errada, tem um padrão de vida excelente, que está fraudando o programa de fato”.

A auditoria revelou que a lista de cadastro que foram fraudados continha até mesmo funcionários públicos recebendo benefício. Dentre as fraudes comprovadas, a CGU identificou famílias que possuem casa própria, carro de luxo, entre outros bens em seu nome, recebendo o benefício como se tivessem direito. Criado em 2003, o programa Bolsa Família tem como objetivo atender exclusivamente as famílias com extrema pobreza, um cenário bem diferente dos cadastros fraudados.

O benefício é concedido às famílias que comprovarem renda de até R$ 170 por cada pessoa da família. A fiscalização da CGU apontou que algumas das famílias que realizaram fraude no programa possuíam uma renda de R$ 1.900 por cada pessoa da família, um valor muito superior a regra estabelecida no programa.

Um exemplo dessas fraudes foi observado na cidade de Piancó, localizada no sertão da Paraíba, onde quase 54% de todos os moradores da cidade eram inscritos no programa Bolsa Família. Após a auditoria da CGU o número de cobertura do programa em Piancó reduziu quase a metade. Dentre as fraudes cometidas em Piancó, a CGU identificou funcionários públicos da prefeitura da cidade e da câmara dos vereadores recebendo benefício.

Em resposta a auditoria da CGU, o Ministério do Desenvolvimento Social anunciou que realizará uma nova checagem para identificar as fraudes e excluirá os cadastros indevidos. Além disso, o ministério informou que todos os meses a CGU realizará uma auditoria para identificar novas fraudes no programa.

 

Caixa ganha o direito de capitalizar R$ 15 bilhões do FGTS em 2018

Foi sancionada no dia 4 de janeiro de 2017 uma lei que permite a capitalização no valor de R$ 15 bilhões do total acumulado do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – pela Caixa Econômica Federal. Antes de vigorar como lei, este projeto já tinha passado e sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês de dezembro de 2017.

A nova lei irá autorizar a Caixa a exercer através de instrumentos legais, a capitalização de recursos e dívidas autorizados pelo Conselho Curador do FGTS. A elaboração dos contratos serão realizados através de uma nova resolução junto ao Conselho Curador. Se a Caixa não dispusesse deste recurso, o banco iria dispor de redução de crédito. O objetivo do governo com esta decisão é atender às normas ditadas pelo CMN – Conselho Monetário Nacional, que permitiram o banco conceder créditos ligados as operações imobiliárias voltadas ao público com faixa salarial baixa.

Essa decisão também irá garantir que o Programa Minha Casa, Minha Vida continue sendo aplicado dentros dos parâmetros já definidos. De acordo com as expectativas projetadas diante do Congresso, a Caixa terá o direito de levantar este recurso vindo do FGTS até a data de 31 de dezembro de 2018.

Segundo as previsões para o Orçamento Geral da União traçados para este ano, e que foram divulgadas oficialmente no dia 3 de janeiro deste ano pelo DOU – Diário Oficial da União, este ano o Brasil irá gastar R$ 36,6 bilhões com a Previdência Social. Os benefícios que foram dispostos em 2017 para este setor consumiram mais de R$ 596,3 bilhões no fechamento deste período. O valor após o fechamento destes gastos em 2017 atingiram 8,36% do PIB no ano passado.

Para que aconteça uma redução destes gastos públicos este ano e ao longo dos próximos anos, o governo propõe que aconteça uma reforma da Previdência o quanto antes. Essa reforma iria propiciar uma economia de R$ 600 bilhões aos cofres públicos em um prazo estimado de dez anos.

Essa modalidade de gastos é considerada obrigatória, onde não existe a possibilidade de não pagamento da dívida. O máximo que pode ocorrer neste caso são novas projeções atualizadas para menos, o que significa que o governo poderá emitir novos títulos públicos ao mercado financeiro no propósito de honrar a dívida.

 

Investimento de R$ 10 milhões será destinado a Chapada dos Veadeiros em 2018

Um repasse de R$ 10 milhões será destinado ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que será depositado em um fundo privado em 2018. Esse investimento é para auxiliar nos mecanismos de Compensação Ambiental que irá determinar as regras junto a aplicação de valores para mais contratações de brigadas. A divulgação do valor do repasse que será destinado ao parque no ano que vem, foi realizado por Sarney Filho, atual ministro do Meio Ambiente, no dia 20 de dezembro deste ano.

“Nós quadruplicamos o tamanho do parque e precisamos mostrar serviço, já que há suspeitas de que os incêndios que atingiram a Chapada neste ano foram criminosos. Então, precisamos dizer que a presença do Estado brasileiro naquela região é efetiva e começar a trabalhar, melhorar e aperfeiçoar o espaço”, explicou o ministro.

Conforme essa medida possibilita o aporte a curto prazo de recursos realizados em fundos privados, cabe agora ao ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – como irá ser selecionado a instituição financeira para a criação, administração e execução dos recursos deste fundo privado. Um número próximo a 45% das UCs – unidades de conservação – federais poderão ser contemplados nos vários biomas brasileiros.

Uma expectativa de repasse na casa dos R$ 1,4 bilhão foi projetada, sendo que desse valor, R$ 140 milhões já está confirmado. A Chapada dos Veadeiros deverá ser a pioneira na contemplação deste valor. O parque será a primeira UC a receber o repasse e terá sua área expandida ainda mais. Este ano, o parque alcançou 240 mil hectares, quatro vezes maior em comparação com a área original, após ser ampliado com 175 mil hectares a mais.

Segundo Ricardo Soavinski, presidente do ICMBio, as decisões tomadas irão destravar recursos já previstos, mas que estavam impossibilitados de serem implantados junto às UCs. “Eles vão garantir soluções estruturantes e ganhos de escala na gestão das unidades de conservação federais. No caso da Chapada dos Veadeiros, considerando sua ampliação, temos que acelerar e investir para proteger bem a nova área, pagar as terras privadas e também abrir ao uso público, à visitação”, explicou.

 

Estado de São Paulo criou 11.349 vagas de emprego em outubro de 2017

O estado de São Paulo teve o segundo melhor retrospecto na geração de novas vagas de emprego formais em outubro de 2017, fechando o mês na casa de 11.349 empregos gerados. Este resultado chega a ser 0,09% maior em comparação com o mês de setembro deste ano. A responsabilidade destes dados são do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, e foram divulgados no dia 20 de novembro deste ano pelo MTE – Ministério do Trabalho.

Este ótimo resultado é em relação ao cálculo de 353.787 vagas de empregos geradas, subtraídas de 342.438 demissões no mês de outubro no estado de São Paulo. “Os números do mercado de trabalho paulista mostram a recuperação gradual e sustentável da economia e confirmam que estamos no caminho certo para a retomada do desenvolvimento do país”, afirmou Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho.

Com o segundo lugar no saldo positivo de geração de empregos no mês de outubro deste ano – estando atrás apenas de Alagoas, com a criação de 16.393 vagas de empregos formais, os setores que mais tiveram bons resultados este ano foram os setores de: Comércio, Serviços, e Indústria da Transformação, com 9.181, 6.092 e 4.480 novas vagas de empregos geradas, respectivamente. O saldo no acumulado na geração de empregos formais no estado de São Paulo de janeiro a outubro deste ano, atingiu a casa de 124.876 vagas geradas.

Extrativa Mineral (5);

Indústria de Transformação (4.480);

Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (-80);

Construção Civil (-2.095);

Comércio (9.181);

Serviço (6.092);

Administração Pública (-199);

Agropecuária (-6.035);

Total (11.349).

A concentração na criação destas vagas ficou na capital do estado. O município de São Paulo demonstrou um saldo positivo de 3.009 em postos de trabalho criados em outubro deste ano. Em seguida aparecem o município de São José dos Campos, Ribeirão Preto, Guarulhos e Campinas, com 854, 756, 690 e 679, respectivamente.

O saldo na criação de novas vagas de empregos em todo o Brasil, demonstra saldo positivo de 302.189 novas vagas geradas entre os meses de janeiro e outubro deste ano. “São números que nos dão ainda mais certeza de que as medidas adotadas pelo governo colocaram o Brasil de volta nos trilhos do crescimento econômico”, explica Nogueira. O país teve um saldo positivo na geração de emprego de 0,79% de janeiro a outubro deste ano. O Brasil teve saldo positivo no mês de outubro deste ano, fechando o mês com 0,20% positivos em comparação com setembro deste ano.

Saiba mais sobre o setor de altas rendas que Luiz Carlos Trabuco Cappi implantará no Bradesco

Um pacote de expansões dentro do Bradesco promete trazer entre suas inovações, a criação de uma área que atenderá consumidores com rendas consideradas altas. A iniciativa, contudo, não será destinada apenas aos usuários que já possuem algum tipo de vínculo com a instituição financeira, visto que os potenciais clientes também serão alvo de campanhas de captação por parte do banco, a fim de que passem a trazer seus capitais para a organização. Desde o ano de 2009 o grupo tem Luiz Carlos Trabuco Cappi na presidência e, segundo o que se planeja, o novo setor será implementado no espaço onde ainda está instalada a diretoria de assuntos executivos.

O departamento que cuida de “Corporate”, ou seja, de grandes corporações passará a ser gerido por Bruno Melo Boetger. Isso ocorrerá em razão do executivo Guilherme Müller Leal, até então responsável pelo setor, ter sido designado para o cargo de líder da área que tratará de altas rendas. O grupo conduzirá as novas instalações contando, sobretudo, com o comando de Trabuco. Dessa maneira, há a expectativa de que a estrutura hierárquica da companhia seja modificada.

A iniciativa para elaboração de um setor que cuide especificamente dos interesses bancários de pessoas com rendas elevadas foi originada após estudos do mercado financeiro. Os levantamentos realizados pelas equipes comandadas por Luiz Carlos Trabuco Cappi mostraram algumas perspectivas de crescimento do emprego desse tipo de capital no país. Os dados obtidos forneceram informações sobre o possível desenvolvimento da área para a década que virá. As conclusões foram ocasionadas pelo fato de se tratar de algo estável e que poderá se expandir de forma expressiva.

O futuro presidente da área que será desenvolvida dentro da corporação, Guilherme Müller Leal foi aluno do curso de Economia da PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e da Wharton School, onde concluiu sua formação acadêmica. No que diz respeito a Bruno Melo Boetger, sabe-se que o executivo frequentou a faculdade de Administração na conhecida Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mestrado na Cornell University. O sucessor de Leal ingressou na corporação há cerca de uma década e foi considerado o mais adequado para atuar no setor de Corporate.

A criação de um departamento voltado aos consumidores detentores de altas rendas promoveu uma série de mudanças estruturais em todos os setores que compõem o Bradesco.

Dessa maneira, os executivos que atuam em parceria com Luiz Carlos Trabuco Cappi viram-se com novos desafios pela frente, já que terão de assumir novas tarefas dentro da instituição. A maior parte dessas alterações serão percebidas com mais expressividade nas áreas de produtos e varejo. Os executivos João Carlos Gomes e Aurélio Pagani são exemplos de colaboradores que trocarão de funções nos próximos meses.

O presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi salientou que as alterações ocorrerão em um momento em que as lideranças da empresa almejam por um fortalecimento da atividade corporativa. Até mesmo um grupo de executivos passará a ser formado a fim de que as experiências dos membros possam ser compartilhadas quando da necessidade de aplicação no segmento bancário.