Turismo aquece a economia do País e eleva perspectiva de mais investimentos

O Brasil é um dos países em todo o mundo que menos restringe a entrada de estrangeiros a curto, médio e longo prazo quando se trata de permanência. O país tem suas regras, mas em comparação com outros países elas são mais flexíveis. Devido a isso, houve uma aumento no número de estrangeiros visitantes no Brasil, que passaram a gastar mais, segundo dados do BC- Banco Central. No mês de outubro deste ano, a receita gerada com estrangeiros atingiu a casa dos R$ 463 milhões para o Brasil.

Segundo informa o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o turismo desenvolvido no Brasil segue um ritmo de crescimento, atingindo 2% de crescimento no mês de setembro deste ano, ao ser comparado com o mês de agosto deste ano. Esses e outros dados sobre as estatísticas e as estimativas do turismo no Brasil, estão de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE.

“Sabemos o quanto é importante a entrada de mais receitas, para continuarmos a retomada da economia nacional. O turismo tem grande potencial para ser ainda mais importante na geração de renda e empregos no Brasil”, explica o atual presidente da empresa Embratur, Vinicius Lummertz.

Segundo a pesquisa do IBGE, esse aumento de receita também acontece em relação aos brasileiros que viajam para outros países. Ou seja, eles estão gastando mais e passaram a gerar mais receitas para esses países. No acumulado desde janeiro até outubro deste ano, foram registrados um aumento de 15% de receitas geradas por brasileiros em outros países, o equivalente a R$ 1,6 bilhão.

A pesquisa também informa que o turismo teve um ótimo retrospecto aqui no Brasil e aponta quais os estados que mais tiveram destaque em crescimento no turismo entre os meses de agosto e setembro deste ano: Rio de Janeiro apresentou um crescimento de 6,3%; em seguida vem Pernambuco, com 6,2% de crescimento; Santa Catarina aparece em terceiro lugar, com um crescimento de 2,7%. Paraná, Bahia, Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais aparecem logo em seguida como, 2,1%; 1%; 0,9%; 0,8%; 0,3% e 0,2% respectivamente.

 

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