Novo presidente do BNDES assume o cargo e promete combater o patrimonialismo

No dia 7 de janeiro de 2019, assim que tomou posse da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy disse que o banco de fomento irá combater de frente as distorções e o patrimonialismo observados até então. As medidas serão tomadas para que aconteça uma adequação diante das condições em que o Brasil passa nos últimos anos, considerando expectativas para o futuro junto às promessa feita pelo novo governo.

As notícias sobre as expectativas geradas pela nova gestão do BNDES foram divulgadas durante a cerimônia de posse do novo presidente da instituição. “O patrimonialismo, um termo ligado a um Estado que não faz limitações e distinções do público e do privado deve deixar de existir. Para isso acontecer, devemos fazer um uso assíduo da ética, responsabilidade e transparência”, diz Levy. “O principal papel do banco é oferecer ferramentas e possibilidades de desenvolvimento junto ao mercado”, reforça Levy.

O novo presidente do BNDES também afirmou que serão continuados os ajustes de balanço do banco, que necessitam de muitos recursos vindos do Tesouro Nacional. Segundo Levy, mesmo que a subordinação tenha sido minimizada ao longo dos últimos anos, esse balanço ainda deverá ser readequado para que ocorra o fortalecimento da economia do banco e um retorno de capital ao BNDES, explicou Levy.

Joaquim Levy passou a assumir o banco oficialmente após uma cerimônia que aconteceu no Palácio do Planalto no dia 7 de janeiro deste ano. Alguns Ministros e membros do atual governo também estiveram presentes na cerimônia de posse, assim como outros presidentes de instituições que assumiram no dia 7 de janeiro, como Pedro Guimarães, novo presidente da Caixa Econômica Federal e Rubem Novaes, que assumiu a presidência do Banco do Brasil.

Ao substituir Dyogo Oliveira, que passou a ser presidente do BNDES desde abril do ano passado, Joaquim Levy dá início a uma nova gestão que pretende “arrumar a casa” nos próximos 4 anos. Formado em engenharia e doutor em economia, Levy tem um histórico de muita experiência para assumir o cargo. O novo presidente do BNDES já foi secretário adjunto no Ministério da Fazenda em 2000 e possui anos de experiência em economia.

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