Vendas do setor automotivo crescem em 2018

Boas notícias para o setor automotivo. Em 2018 a alta do setor foi de 13,58% nas vendas em relação a 2017 e em 2019 as perspectivas é de um novo aumento. Os números foram divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Segundo a entidade, os emplacamentos em todos os segmentos, que incluem automóveis de passeio, veículos comerciais leves, caminhões, motocicletas, ônibus e outros veículos demonstraram um crescimento de 13,58%. Ao todo foram 3.653.500 unidades emplacadas, ante as 3.216.730 em 2017.

Os números de dezembro

Dezembro foi um dos melhores meses para o setor, que manteve o ritmo acelerado das vendas em todos os segmentos acima mencionados. Em relação a novembro, a alta registrada foi de 3,36% com um total de 331.153 emplacamentos, ante 320.397 unidades de novembro. Em relação a dezembro de 2017, quando foram emplacados 301.240 unidades, o aumento foi de 9,93%.

De acordo com o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, os números de 2018 foram acima das expectativas. “Iniciamos 2018 com uma expectativa de alta mais moderada”, ressalta Alarico, que atribuiu o bom momento a melhora acentuada da economia e a confiança dos consumidores.

Alarico também ressaltou os investidores que obtiveram um desempenho melhor do que o esperado. Segundo ele, mesmo com acontecimentos negativos, a exemplo da greve dos caminhoneiros, período pré-eleitoral conturbado, o mercado manteve o bom ritmo. Ele comentou que o segmento reagiu positivamente ao resultado do pleito para presidente.

Expectativas para 2019

Neste ano, os números também devem ser positivos. As perspectivas da Fenabrave é de crescimento de 11% nas vendas de carros e comerciais leves em relação a 2018 e 15,9% nos emplacamentos de caminhões e ônibus.

As estimativas se baseiam no volume de vendas de 2018, mas ainda são moderadas, tendo em vista a transição de governo e demais expectativas do mercado. Vale ressaltar que o setor automotivo ainda é um dos mais expressivos do país, principalmente pelo potencial de consumo do brasileiro.

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