Empresário da Dolly se desvencilha de corrupção e acusações equivocadas

O empresário Laerte Codonho, nasceu na cidade de São Paulo e obteve o almejado sucesso empresarial com a famosa e divertida marca Dolly. Os anúncios com a figura gráfica tem um tom de brincadeira e chama a atenção dos consumidores, mas a graça nos negócios é abalada quando as investidas da concorrente Coca-Cola passam a afetar terrivelmente a empresa.

Codonho foi preso por 8 dias, ficou impedido de pisar em sua própria empresa e não teve conta-corrente por 4 meses. Devido a impossibilidade de gestão de seus recursos, a fábrica localizada em Tatuí teve que ser fechada, o que levou ao desemprego de 850 funcionários. Em agosto de 2018, as contas das empresas relacionadas à Dolly foram liberadas, para escapar da falência a saída foi pedir uma Recuperação Judicial, que o Superior Tribunal de Justiça fez o decreto em junho do ano passado.

Depois que a fraude de ter  contadores corruptos na Dolly foi comprovada , os crimes financeiros dos quais Codonho era acusado passou a ter suas bases enfraquecidas. A empresa que deveria cuidar da contabilidade da Dolly cometeu diversos erros na área contábil como falsificação de documentos bancários. Os cálculos chegam a totalizar R$ 100 milhões, de acordo com Codonho.

Para deixar bem claro quem está com a verdade, o empresário que está passando por uma enxurrada de acusações está processando oito procuradores públicos, entre estaduais e federais por danos morais pela sua prisão e sequestro de bens. De acordo com uma ação protocolada em um estabelecimento com importância jurídica Distrito Federal, existe uma indenização prevista de R$ 1.050.000,00 para o empresário.

O motivo que teria servido para a prisão de Laerte, é que suas empresas seriam devedoras da bagatela 1,5 bilhão de reais em juros, multas e impostos, mas o empresário procura provar que não as dívidas não existem. Na medida cautelar existe a alegação de que o Estado teria o risco de não receber esse valor. Já foi provado que a offshore da qual Codonho estaria usando para blindar os seus bens não é dele, o que falta é comprovar que o empresário não deve o que está sendo alegado.

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