Estudo aponta que violência pode alterar o funcionamento cerebral de crianças

Um novo estudo realizado com crianças apontou que a violência física e psicológica sofrida por elas provoca alterações cerebrais relevantes. Agressões físicas de familiares e de pessoas próximas, bullying violento sofrido na escola, viver testemunhando agressões contra terceiros ou somente por ser constantemente ofendidas, são ações que geram modificações no comportamento cerebral de crianças na faixa etária entre 9 e 13 anos.

As notícias sobre esse estudo mostram que os jovens expostos à violência têm a capacidade de memória e empatia afetadas após longos períodos. De acordo com o estudo, os jovens sofrem déficit de atenção e não são capazes de distinguir emoções alheias quando submetidos à violência constante quando crianças. O estudo foi realizado por pesquisadores do InsCer (Instituto do Cérebro) em parceria com pesquisadores da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul).

Para o estudo foram avaliados alunos de escolas públicas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, pois o município, que também é capital do estado foi considerado uma das cidades com os maiores índices de violência do mundo, segundo dados lançados pela organização Seguridad, Justicia Y Paz. No ano de 2016, para cada 100 mil habitantes foram registrados 55,6 assassinatos. Do ponto de vista da OMS (Organização Mundial da Saúde), esse número de homicídios é uma verdadeira epidemia, pois de acordo com a organização 10 homicídios a cada 100 mil habitantes já é um número alarmante.

O método utilizado pelos pesquisadores teve como base um questionário que os estudantes tiveram que responder sobre suas experiências que tiveram com a violência. Também foram retiradas amostras de fios de cabelos de todos os estudantes avaliados para verificar os níveis do hormônio cortisol, uma substância ligada diretamente ao estresse. Os alunos que responderam ter tido ou que vivenciam um nível maior de violência apresentaram níveis elevados de cortisol.

O monitoramento de áreas específicas do cérebro dos avaliados foram mapeadas quando um teste de reconhecimento emocional foi aplicado. No final, o estudo pôde concluir que o hemisfério direito do cérebro dos 50 estudantes avaliados mostrou-se menos ativo ao reconhecimento de faces nos estudantes que mais estiveram em contato com a violência. Simultaneamente, as amígdalas dos mais afetados pela violência estavam mais ativas do que o normal, pois elas são áreas ligadas diretamente as emoções, como o medo e a raiva, por exemplo.

Cielo registra recuo de 0,7% nas vendas no varejo em março de 2019

A Cielo informou no dia 15 de abril de 2019 que as vendas realizadas no varejo brasileiro apresentaram um recuo de 0,7% no mês de março, quando comparado com o mesmo mês em 2018. Descontando a inflação, esse é o pior resultado registrado em meses, é o que informa o ICVA (Índice Cielo do Varejo Ampliado). O indicador da Cielo acompanha cerca de 1,4 milhão de estabelecimentos que atuam com vendas credenciadas à empresa Cielo.

Considerando os termos nominais, que é a receita de vendas que realmente é observada pelos varejistas, o registro do indicador da Cielo apontou uma alta de 4% entre a comparação de março de 2019 com o mesmo mês no ano passado.

Segundo a empresa de pagamentos brasileira, o mês de março deste ano obteve um impacto negativo por causa do calendário. De acordo com as informações divulgadas pela Cielo, o Carnaval resultou nesse impacto negativo em março, pois no ano passado o Carnaval ocorreu em fevereiro, por isso não foi possível fazer uma comparação objetiva, considerando as variações ocorridas entre esses meses.

Mesmo sendo um resultado bastante expressivo, o diretor de Inteligência da empresa Cielo, Gabriel Mariotto, informou sobre os dados divulgados: “O mês de março chama a atenção por causa do resultado, no entanto, ele não é tão negativo quanto parece. Em março, o grande destaque foi o Carnaval, que acabou jogando as vendas do varejo para baixo dentro da comparação entre o mesmo período no ano passado. Além disso, a inflação mais acelerada em março também impactou nesse resultado negativo”.

Em termos simples, o mês de março só foi comprometido por esses dois fatores que coincidiram com o período de apuração. Se o Carnaval tivesse ocorrido em fevereiro, por exemplo, esse resultado teria sido menos expressivo. No entanto, a inflação é um dos indicadores econômicos que mais tem impacto sobre as vendas no varejo em todo o país.

Para concluir, Mariotto ainda disse sobre as notícias divulgadas pela Cielo: “Mesmo desconsiderando o Carnaval e a inflação durante o período, o mês de março apresentou um resultado mais fraco entre a comparação de 2018 e 2019 para o mesmo período”.

Maneiras de ganhar dinheiro e autoridade por blogs

O Blogging oferece oportunidades incríveis para construir autoridade e ganhar renda. Você pode criar um blog sobre qualquer coisa sobre a qual tenha conhecimento ou experiência. A chave é escolher um nicho e mergulhar – servir um público específico é melhor do que escrever sobre um monte de tópicos.

Com esforço e tempo, seu blog pode se transformar em um negócio real, gerando renda e posicionando você como uma autoridade em seu espaço. Aqui estão maneiras de usar seu blog para gerar lucro.

Use o seu blog para se posicionar como um consultor especialista – Você pode usar o seu blog para se posicionar como um especialista em qualquer área – por exemplo, marketing no Facebook.

Facebook Messenger marketing e chatbots Messenger estão em ascensão e as possibilidades de marketing são infinitas. Se você é um consultor de marketing digital ou de mídia social, aproveite o burburinho em torno dos chatbots do Facebook e crie um blog sobre como usar os chatbots do Facebook Messenger para empresas.

Tópicos em potencial podem incluir coisas como por que os chatbots são ótimos para os negócios, como configurar um chatbot, como usá-lo para capturar leads, o menor custo para anúncios click-to-messenger, etc.

Com o tempo, você pode usar seu blog para criar autoridade como um especialista em chatbot do Facebook. Com um blog como sua base, você pode adicionar com sucesso uma consultoria chatbot à sua empresa.

Implemente o Google AdSense – Você pode adicionar facilmente um script do Google AdSense para exibir anúncios em seu blog. Toda vez que um visitante clica nesses anúncios, você pode ganhar dinheiro, e se você conseguir gerar tráfego suficiente e gerar cliques, esse dinheiro pode realmente começar a somar.

Oferta de anúncios nativos – As pessoas tendem a ser desligadas por anúncios gritantes. A publicidade nativa procura resolver isso fazendo com que os anúncios se misturem com a mídia que está sendo visualizada.

Ao contrário dos anúncios de banner, os anúncios nativos não se parecem com anúncios, por isso não afastam as pessoas. Por exemplo, um anúncio nativo pode ser preenchido na barra lateral com artigos orgânicos, tornando-o mais palatável (e clicável) para os visitantes do seu site.

Claro pagará indenização de R$ 40 mil a ex-cliente por abuso de telemarketing

Atender o telefone fixo ou celular e ser importunado com telemarketing é algo que a maioria dos brasileiros já devem ter passado. Devido ao abuso no número de ligações na hora de ofertar um produto ou serviço, a 22ª Câmara de Direito Privado do TJ/SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) condenou a operadora Claro ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 40 mil a um ex-cliente que recebeu mais de 20 ligações em um único dia.

As notícias sobre a decisão do TJ/SP em virtude das incessantes ligações recebidas pelo ex-cliente da operadora foram divulgadas no início do mês de abril de 2019 e corroboram o sentimento de insatisfação de todos os brasileiros que todos os dias recebem inúmeras ligações de telemarketing até de madrugada.

Em 2017, o consumidor insatisfeito com o número de ligações que vinha recebendo do telemarketing da Claro resolveu buscar seus direitos junto ao Procon. O órgão de defesa do consumidor cuidou do caso e celebrou um acordo entre a operadora e o ex-cliente ainda no início de 2017. No acordo, ficou firmado que seria gerado um bloqueio de ligações para este cliente vindas do telemarketing da Claro, um cadastro que foi realizado pelo próprio Procon.

Mesmo após o cadastro e a audiência, a empresa ainda continuou ligando incessantemente para o cliente, passando a aumentar o número de ligações por dia, chegando até a 23 ligações em um único dia. De acordo com registros verificados, as ligações realmente ocorreram e no trâmite do processo foram destacadas 15 ligações no dia 11 de maio, 13 ligações no dia 1º de junho, 10 ligações no dia 9 de junho e 23 ligações no dia 8 de agosto, datas de 2017. Todas essas ligações destacadas durante o processo foram feitas após o acordo que proibia a Claro de abordar esse cliente com ofertas de produtos e serviços.

De acordo com Roberto Mac Cracken, desembargador e relator do processo, a gravidade da conduta observada pela empresa de telecomunicações Claro foi arbitrária e imprópria, desprezando a autoridade do Procon e gerando prejuízo ao consumidor. Segundo o relator do processo, o cliente teve o seu sossego perturbado em um momento que precisava de repouso médico. As constantes ligações prejudicaram o repouso receitado por médicos e desta forma gerou danos a saúde do ex-cliente, que será indenizado em R$ 40 mil por danos morais. Caso a Claro volte a fazer ligações para esse consumidor ela terá que arcar com multa de R$ 500 por cada ligação ou mensagem de texto enviada e poderá responder novamente diante da Justiça.

Inbound marketing

Além do marketing de e-mail clássico, dos anúncios de pesquisa SEA e das redes sociais, o marketing de entrada é uma das formas mais procuradas e eficazes de impulsionar o sucesso do seu próprio negócio na World Wide Web. O que exatamente está por trás deste conceito de marketing e quais subdisciplinas devem ser dominadas para uma campanha de sucesso, leia este guia.

Ganhar novos clientes nunca foi tão fácil, graças à rede global. A Web se tornou a plataforma central de comunicação e informação e tem sido a base perfeita para conscientizar os usuários sobre suas próprias ofertas. Os anúncios agora podem ser exibidos não apenas nos resultados dos mecanismos de pesquisa, mas também diretamente nas redes de mídia social – perfeitamente compatíveis com o grupo-alvo. Mas mesmo se os custos em comparação com a publicidade na televisão e na mídia impressa ainda são relativamente baixos, faz com que a forte concorrência no mercado estratégias clássicas de marketing on-line para empresas mais jovens geralmente se tornam um caso de perda. Durante um período de tempo mais longo, apenas empresas muito grandes podem lidar com o fardo financeiro do mecanismo de pesquisa extensivo, das mídias sociais ou de campanhas por e-mail. A alternativa econômica e inovadora para startups e pequenas empresas: marketing de entrada.

Ao contrário das abordagens e notícias tradicionais, esse conceito de marketing não se baseia no contato direto com o cliente. Novos clientes não são gerados por ter um panfleto nas mãos ou serem informados da sua empresa através de um clipe de publicidade no rádio ou através de um anúncio impresso. Em vez disso, o marketing de entrada leva a abordagem que os usuários que estão procurando por um determinado produto, independentemente, encontram o caminho para o seu site e, assim, tornam-se novos clientes. É claro que você ajuda como um profissional de marketing de entrada, porque de outra forma a geração ou geração de leads seria como você chama essa conversão de usuários em clientes em potencial, deixada ao acaso. O núcleo do marketing de entrada é fornecer aos usuários valor na forma de conteúdo e tópicos fortes ou resolução de problemas.

Nova diagramação dos cadernos de prova do Enem permitirá economia de papel

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgou no dia 11 de março deste ano que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) passará por novas mudanças em 2019. Segundo o instituto, a edição do exame deste ano contará com uma nova diagramação, onde as provas aplicadas serão reestruturadas de forma que será possível economizar papel.

Além dessa mudança de reestruturação e diagramação das páginas da prova do Enem, o Inep divulgou em novas notícias que o exame contará com mudanças na coleta de dados biométricos com o objetivo de reduzir o número de colaboradores durante a aplicação das provas. Para colocar isso em prática, o Inep planeja criar uma espécie de plataforma de educação online.

Com todas essas alterações, o Inep espera uma economia em torno de R$ 42 milhões. Quando comparado com o Enem aplicado em 2018, essa economia representa uma parcela de 10% dos custos totais da prova.

O Inep informou ainda no ano passado que o custo da aplicação da prova do Enem foi estimado em R$ 84,66 por candidato. Ao todo, o exame contou com a participação de R$ 5,5 milhões de estudantes, sendo que deste total 24,53% faltaram na prova nos dois dias de aplicação do exame. Ainda sobre esse total, apenas 1,9 milhão dos inscritos pagaram pela prova, que foi aplicada aos estudantes no valor de R$ 82,00.

Segundo as informações divulgadas pelo Inep, essas novas medidas estão de acordo com o “Programa de Redução de Custos e Otimização dos Recursos Logísticos” que foi implantado no início deste ano no país. O programa visa a contratação de especialistas externos para desenvolver novos processos de liderança, gestão, realinhamento conceitual e estrutural e redução de custos.

Durante a divulgação dessa reestruturação das provas, Marcus Vinicius Rodrigues, que é o atual presidente do Inep, revelou que essa redução estimada pelo instituto poderá ser ainda maior.

“Já está definido que a coleta de dados biométricos será feita com uma pequena esponja que pode ser reutilizada por pelo menos três mil vezes. Enquanto que nas edições anteriores do exame as coletas de dados biométricos foram feitas com uma lâmina de grafite onde a utilização era individual”, disse Marcus Vinicius Rodrigues.

Estudo mundial envolvendo o IBGE verifica a economia ambiental em ecossistemas

A equipe de pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizou um estudo na área da Matopiba (região de nova fronteira agrícola no Brasil) envolvendo os estados do Piauí, Bahia, Maranhão e Tocantins. O estudo foi feito junto a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) com o intuito de levantar dados sobre o marco metodológico mundial referente as “Contas Econômicas Ambientais de Ecossistemas”

As notícias sobre essa pesquisa mundial envolvendo o IBGE foram divulgadas no site oficial do instituto no dia 18 de março de 2019 e em sites ligados ao assunto. Essa grande região avaliada pela equipe de pesquisadores do IBGE corresponde a área onde está localizada a bacia hidrográfica do Rio Grande, Bahia. Nesta região está inserido um dos biomas do Cerrado mais importantes do país, com uma grande diversidade de espécies de animais e plantas. A região possui uma forte dinâmica na mudança e no uso dos recursos naturais, principalmente em questão da expansão agrícola concentrada nesta grande área.

Os pesquisadores visam avaliar os impactos que as atividades agrícolas realizadas na região podem despender ao longo dos anos, buscando verificar aspectos das principais mudanças já ocorridas. A Matopiba é uma das grandes regiões produtoras de diversos tipos de grãos, tendo como carro-chefe a produção de soja. A soja é um dos principais produtos de exportação do Brasil e um dos produtos agrícolas que mais geram lucros para a economia do país.

O estudo do IBGE em parceria com a UFRJ tem como objetivo responder questionamentos básicos sobre a perda de rendimento no solo e a regulação hídrica, principalmente sobre a erosão na bacia hidrográfica devido ao processo de cultivo de grãos e a área de pastagem em toda a região.

O marco metodológico é um estudo técnico envolvendo o Brasil, Índia, África do Sul, México e China, nações escolhidas pela UNSD, sigla em inglês para (Divisão de Estatística das Nações Unidas). O órgão escolheu esses países para o estudo técnico que determinará uma referência metodológica mundial sobre a economia ambiental de ecossistemas. Esse é um grande projeto, intitulado como “Contas Experimentais de Ecossistemas”, enquadrado dentro do SCEA (Sistema de Contas Econômicas Ambientais).