Exportações de frutas será mais enfatizada, de acordo com o Mapa

De acordo com o Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em fevereiro de 2018 será implantado o Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura, que tem como objetivo criar uma política estratégica para as ações que cuidam do setor, proporcionando mais qualidade na produção, uma maior produtividade, um crescimento do consumo interno destes produtos e o principal, mais exportação.

Existe uma perspectiva de que o Brasil irá aumentar a produção dentro de cinco anos, com um crescimento de 50% do volume de produtos exportados até 2020. O Brasil ocupa atualmente a 23ª posição no ranking internacional de exportação de frutas, segundo informa a Abrafrutas – Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados – que segue como parceira para as metas estabelecidas pelo Mapa.

Segundo Ricardo Cavalcanti, assessor da Secretaria-Executiva do Mapa, “alguns gargalos impedem maior competitividade da fruticultura brasileira, por isso é importante a adoção de políticas de médio e longo prazos, compreendendo parceria público-privada em conexão com as demandas de mercado”.

A fruticultura no Brasil é uma das que mais podem ser encontradas diversidades em todo o mundo, com uma área total de cultivo maior que 2 milhões de hectares, e com capacidade de gerar empregos no campo, no agroturismo, na agroindústria, em todas as fases da cadeia produtiva e no fornecimento de insumos e serviços, além de possibilitar que sejam geradas rendas diante do mercado interno e externo.

Esse setor é visto como prioritário pelo governo, tendo em vista toda a capacidade que ele tem de avançar sobre o mercado externo. O Brasil é considerado o terceiro maior produtor de frutas do mundo, mas não explora todo esse potencial em termos de exportação, mandando para fora do país somente 2,5% do que produz anualmente. No ano passado, as exportações brasileiras atingiram 784 mil toneladas do produto, alcançando US$ 852 milhões na balança comercial.

Mesmo com um retrospecto considerado bom, o Brasil fica atrás de outros países latino-americanos que produzem frutas para exportação. No ano passado, o Chile atingiu a cifra de US$ 4 bilhões em exportações de frutas e o Peru US$ 2,4 bilhões. O Mapa também irá introduzir o mesmo plano voltado para a fruticultura no cultivo do feijão, tendo como objetivo melhorar a cadeia produtiva deste alimento aqui no Brasil e exportar mais ao longo dos anos.

 

CGU identificou fraude em quase 350 mil cadastros do Bolsa Família

A CGU – Controladoria-Geral da União, revelou por meio de uma auditoria que 350 mil cadastros realizados no Bolsa Família foram fraudados. O relatório feito pela CGU ainda apontou que o governo gastou mais de R$ 1 bilhão em cadastros no Bolsa Família com pessoas que não tinham o direito de receber o benefício. Além da fraude comprovada pelo órgão, a CGU ainda declarou que todos as pessoas que receberam o benefício de forma indevida serão procurados pelo governo.

O secretário federal que atua no controle interno da CGU, Antônio Carlos Leonel, disse sobre o caso: “Não é aquele indivíduo que aumentou a renda, conseguiu emprego, melhorou que a gente vai atrás. O que nos preocupa é aquele caso da pessoa que já entrou errada, tem um padrão de vida excelente, que está fraudando o programa de fato”.

A auditoria revelou que a lista de cadastro que foram fraudados continha até mesmo funcionários públicos recebendo benefício. Dentre as fraudes comprovadas, a CGU identificou famílias que possuem casa própria, carro de luxo, entre outros bens em seu nome, recebendo o benefício como se tivessem direito. Criado em 2003, o programa Bolsa Família tem como objetivo atender exclusivamente as famílias com extrema pobreza, um cenário bem diferente dos cadastros fraudados.

O benefício é concedido às famílias que comprovarem renda de até R$ 170 por cada pessoa da família. A fiscalização da CGU apontou que algumas das famílias que realizaram fraude no programa possuíam uma renda de R$ 1.900 por cada pessoa da família, um valor muito superior a regra estabelecida no programa.

Um exemplo dessas fraudes foi observado na cidade de Piancó, localizada no sertão da Paraíba, onde quase 54% de todos os moradores da cidade eram inscritos no programa Bolsa Família. Após a auditoria da CGU o número de cobertura do programa em Piancó reduziu quase a metade. Dentre as fraudes cometidas em Piancó, a CGU identificou funcionários públicos da prefeitura da cidade e da câmara dos vereadores recebendo benefício.

Em resposta a auditoria da CGU, o Ministério do Desenvolvimento Social anunciou que realizará uma nova checagem para identificar as fraudes e excluirá os cadastros indevidos. Além disso, o ministério informou que todos os meses a CGU realizará uma auditoria para identificar novas fraudes no programa.

 

Caixa ganha o direito de capitalizar R$ 15 bilhões do FGTS em 2018

Foi sancionada no dia 4 de janeiro de 2017 uma lei que permite a capitalização no valor de R$ 15 bilhões do total acumulado do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – pela Caixa Econômica Federal. Antes de vigorar como lei, este projeto já tinha passado e sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês de dezembro de 2017.

A nova lei irá autorizar a Caixa a exercer através de instrumentos legais, a capitalização de recursos e dívidas autorizados pelo Conselho Curador do FGTS. A elaboração dos contratos serão realizados através de uma nova resolução junto ao Conselho Curador. Se a Caixa não dispusesse deste recurso, o banco iria dispor de redução de crédito. O objetivo do governo com esta decisão é atender às normas ditadas pelo CMN – Conselho Monetário Nacional, que permitiram o banco conceder créditos ligados as operações imobiliárias voltadas ao público com faixa salarial baixa.

Essa decisão também irá garantir que o Programa Minha Casa, Minha Vida continue sendo aplicado dentros dos parâmetros já definidos. De acordo com as expectativas projetadas diante do Congresso, a Caixa terá o direito de levantar este recurso vindo do FGTS até a data de 31 de dezembro de 2018.

Segundo as previsões para o Orçamento Geral da União traçados para este ano, e que foram divulgadas oficialmente no dia 3 de janeiro deste ano pelo DOU – Diário Oficial da União, este ano o Brasil irá gastar R$ 36,6 bilhões com a Previdência Social. Os benefícios que foram dispostos em 2017 para este setor consumiram mais de R$ 596,3 bilhões no fechamento deste período. O valor após o fechamento destes gastos em 2017 atingiram 8,36% do PIB no ano passado.

Para que aconteça uma redução destes gastos públicos este ano e ao longo dos próximos anos, o governo propõe que aconteça uma reforma da Previdência o quanto antes. Essa reforma iria propiciar uma economia de R$ 600 bilhões aos cofres públicos em um prazo estimado de dez anos.

Essa modalidade de gastos é considerada obrigatória, onde não existe a possibilidade de não pagamento da dívida. O máximo que pode ocorrer neste caso são novas projeções atualizadas para menos, o que significa que o governo poderá emitir novos títulos públicos ao mercado financeiro no propósito de honrar a dívida.

 

Investimento de R$ 10 milhões será destinado a Chapada dos Veadeiros em 2018

Um repasse de R$ 10 milhões será destinado ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que será depositado em um fundo privado em 2018. Esse investimento é para auxiliar nos mecanismos de Compensação Ambiental que irá determinar as regras junto a aplicação de valores para mais contratações de brigadas. A divulgação do valor do repasse que será destinado ao parque no ano que vem, foi realizado por Sarney Filho, atual ministro do Meio Ambiente, no dia 20 de dezembro deste ano.

“Nós quadruplicamos o tamanho do parque e precisamos mostrar serviço, já que há suspeitas de que os incêndios que atingiram a Chapada neste ano foram criminosos. Então, precisamos dizer que a presença do Estado brasileiro naquela região é efetiva e começar a trabalhar, melhorar e aperfeiçoar o espaço”, explicou o ministro.

Conforme essa medida possibilita o aporte a curto prazo de recursos realizados em fundos privados, cabe agora ao ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – como irá ser selecionado a instituição financeira para a criação, administração e execução dos recursos deste fundo privado. Um número próximo a 45% das UCs – unidades de conservação – federais poderão ser contemplados nos vários biomas brasileiros.

Uma expectativa de repasse na casa dos R$ 1,4 bilhão foi projetada, sendo que desse valor, R$ 140 milhões já está confirmado. A Chapada dos Veadeiros deverá ser a pioneira na contemplação deste valor. O parque será a primeira UC a receber o repasse e terá sua área expandida ainda mais. Este ano, o parque alcançou 240 mil hectares, quatro vezes maior em comparação com a área original, após ser ampliado com 175 mil hectares a mais.

Segundo Ricardo Soavinski, presidente do ICMBio, as decisões tomadas irão destravar recursos já previstos, mas que estavam impossibilitados de serem implantados junto às UCs. “Eles vão garantir soluções estruturantes e ganhos de escala na gestão das unidades de conservação federais. No caso da Chapada dos Veadeiros, considerando sua ampliação, temos que acelerar e investir para proteger bem a nova área, pagar as terras privadas e também abrir ao uso público, à visitação”, explicou.

 

Estado de São Paulo criou 11.349 vagas de emprego em outubro de 2017

O estado de São Paulo teve o segundo melhor retrospecto na geração de novas vagas de emprego formais em outubro de 2017, fechando o mês na casa de 11.349 empregos gerados. Este resultado chega a ser 0,09% maior em comparação com o mês de setembro deste ano. A responsabilidade destes dados são do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, e foram divulgados no dia 20 de novembro deste ano pelo MTE – Ministério do Trabalho.

Este ótimo resultado é em relação ao cálculo de 353.787 vagas de empregos geradas, subtraídas de 342.438 demissões no mês de outubro no estado de São Paulo. “Os números do mercado de trabalho paulista mostram a recuperação gradual e sustentável da economia e confirmam que estamos no caminho certo para a retomada do desenvolvimento do país”, afirmou Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho.

Com o segundo lugar no saldo positivo de geração de empregos no mês de outubro deste ano – estando atrás apenas de Alagoas, com a criação de 16.393 vagas de empregos formais, os setores que mais tiveram bons resultados este ano foram os setores de: Comércio, Serviços, e Indústria da Transformação, com 9.181, 6.092 e 4.480 novas vagas de empregos geradas, respectivamente. O saldo no acumulado na geração de empregos formais no estado de São Paulo de janeiro a outubro deste ano, atingiu a casa de 124.876 vagas geradas.

Extrativa Mineral (5);

Indústria de Transformação (4.480);

Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (-80);

Construção Civil (-2.095);

Comércio (9.181);

Serviço (6.092);

Administração Pública (-199);

Agropecuária (-6.035);

Total (11.349).

A concentração na criação destas vagas ficou na capital do estado. O município de São Paulo demonstrou um saldo positivo de 3.009 em postos de trabalho criados em outubro deste ano. Em seguida aparecem o município de São José dos Campos, Ribeirão Preto, Guarulhos e Campinas, com 854, 756, 690 e 679, respectivamente.

O saldo na criação de novas vagas de empregos em todo o Brasil, demonstra saldo positivo de 302.189 novas vagas geradas entre os meses de janeiro e outubro deste ano. “São números que nos dão ainda mais certeza de que as medidas adotadas pelo governo colocaram o Brasil de volta nos trilhos do crescimento econômico”, explica Nogueira. O país teve um saldo positivo na geração de emprego de 0,79% de janeiro a outubro deste ano. O Brasil teve saldo positivo no mês de outubro deste ano, fechando o mês com 0,20% positivos em comparação com setembro deste ano.

Saiba mais sobre o setor de altas rendas que Luiz Carlos Trabuco Cappi implantará no Bradesco

Um pacote de expansões dentro do Bradesco promete trazer entre suas inovações, a criação de uma área que atenderá consumidores com rendas consideradas altas. A iniciativa, contudo, não será destinada apenas aos usuários que já possuem algum tipo de vínculo com a instituição financeira, visto que os potenciais clientes também serão alvo de campanhas de captação por parte do banco, a fim de que passem a trazer seus capitais para a organização. Desde o ano de 2009 o grupo tem Luiz Carlos Trabuco Cappi na presidência e, segundo o que se planeja, o novo setor será implementado no espaço onde ainda está instalada a diretoria de assuntos executivos.

O departamento que cuida de “Corporate”, ou seja, de grandes corporações passará a ser gerido por Bruno Melo Boetger. Isso ocorrerá em razão do executivo Guilherme Müller Leal, até então responsável pelo setor, ter sido designado para o cargo de líder da área que tratará de altas rendas. O grupo conduzirá as novas instalações contando, sobretudo, com o comando de Trabuco. Dessa maneira, há a expectativa de que a estrutura hierárquica da companhia seja modificada.

A iniciativa para elaboração de um setor que cuide especificamente dos interesses bancários de pessoas com rendas elevadas foi originada após estudos do mercado financeiro. Os levantamentos realizados pelas equipes comandadas por Luiz Carlos Trabuco Cappi mostraram algumas perspectivas de crescimento do emprego desse tipo de capital no país. Os dados obtidos forneceram informações sobre o possível desenvolvimento da área para a década que virá. As conclusões foram ocasionadas pelo fato de se tratar de algo estável e que poderá se expandir de forma expressiva.

O futuro presidente da área que será desenvolvida dentro da corporação, Guilherme Müller Leal foi aluno do curso de Economia da PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e da Wharton School, onde concluiu sua formação acadêmica. No que diz respeito a Bruno Melo Boetger, sabe-se que o executivo frequentou a faculdade de Administração na conhecida Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mestrado na Cornell University. O sucessor de Leal ingressou na corporação há cerca de uma década e foi considerado o mais adequado para atuar no setor de Corporate.

A criação de um departamento voltado aos consumidores detentores de altas rendas promoveu uma série de mudanças estruturais em todos os setores que compõem o Bradesco.

Dessa maneira, os executivos que atuam em parceria com Luiz Carlos Trabuco Cappi viram-se com novos desafios pela frente, já que terão de assumir novas tarefas dentro da instituição. A maior parte dessas alterações serão percebidas com mais expressividade nas áreas de produtos e varejo. Os executivos João Carlos Gomes e Aurélio Pagani são exemplos de colaboradores que trocarão de funções nos próximos meses.

O presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi salientou que as alterações ocorrerão em um momento em que as lideranças da empresa almejam por um fortalecimento da atividade corporativa. Até mesmo um grupo de executivos passará a ser formado a fim de que as experiências dos membros possam ser compartilhadas quando da necessidade de aplicação no segmento bancário.

 

Turismo aquece a economia do País e eleva perspectiva de mais investimentos

O Brasil é um dos países em todo o mundo que menos restringe a entrada de estrangeiros a curto, médio e longo prazo quando se trata de permanência. O país tem suas regras, mas em comparação com outros países elas são mais flexíveis. Devido a isso, houve uma aumento no número de estrangeiros visitantes no Brasil, que passaram a gastar mais, segundo dados do BC- Banco Central. No mês de outubro deste ano, a receita gerada com estrangeiros atingiu a casa dos R$ 463 milhões para o Brasil.

Segundo informa o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o turismo desenvolvido no Brasil segue um ritmo de crescimento, atingindo 2% de crescimento no mês de setembro deste ano, ao ser comparado com o mês de agosto deste ano. Esses e outros dados sobre as estatísticas e as estimativas do turismo no Brasil, estão de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE.

“Sabemos o quanto é importante a entrada de mais receitas, para continuarmos a retomada da economia nacional. O turismo tem grande potencial para ser ainda mais importante na geração de renda e empregos no Brasil”, explica o atual presidente da empresa Embratur, Vinicius Lummertz.

Segundo a pesquisa do IBGE, esse aumento de receita também acontece em relação aos brasileiros que viajam para outros países. Ou seja, eles estão gastando mais e passaram a gerar mais receitas para esses países. No acumulado desde janeiro até outubro deste ano, foram registrados um aumento de 15% de receitas geradas por brasileiros em outros países, o equivalente a R$ 1,6 bilhão.

A pesquisa também informa que o turismo teve um ótimo retrospecto aqui no Brasil e aponta quais os estados que mais tiveram destaque em crescimento no turismo entre os meses de agosto e setembro deste ano: Rio de Janeiro apresentou um crescimento de 6,3%; em seguida vem Pernambuco, com 6,2% de crescimento; Santa Catarina aparece em terceiro lugar, com um crescimento de 2,7%. Paraná, Bahia, Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais aparecem logo em seguida como, 2,1%; 1%; 0,9%; 0,8%; 0,3% e 0,2% respectivamente.

 

Pesquisa revela que 41% das empresas pretendem contratar em 2018

funcionários em 2018. Essas perspectivas são um reflexo de uma esperada melhora no faturamento dessas empresas para o próximo ano. A mesma pesquisa foi feita no ano passado, e apenas 26% das empresas apontaram que pretendiam ampliar o número de funcionários em 2017. A pesquisa foi divulgada no dia 5 de dezembro de 2017 pela Deloitte.

Os dados da pesquisa também apontaram que um total de 12% das empresas entrevistadas pretendem diminuir a quantidade de funcionários já contratados no próximo ano. O restante das empresas, 47% das entrevistadas, revelaram que não pretendem contratar e nem demitir no ano que vem.

Em relação às perspectivas de melhora no faturamento, as empresas responderam em média que as vendas deverão subir quase 20% entre o final deste ano e o começo de 2018. A pesquisa também revelou que as empresas pretendem ampliar os investimentos no ano que vem. Um total de 63% das empresas entrevistadas responderam que a expectativa de retomada da economia brasileira é o motivo principal que faz com que as empresas acreditem em um cenário melhor para as vendas no ano que vem.

Dentre as estimativas apontadas pelas empresas, a pesquisa revelou que a parcela que pretende ampliar o número de funcionários estima um aumento de 15,8% de contratação em 2018. Isso também poderá ser sentido nos investimentos que acontecerão em relação a ampliação de funcionários contratados pelas empresas. Os dados apontados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, do terceiro trimestre de 2017, revelaram que os investimentos tiveram uma alta após 4 anos consecutivos de queda no Brasil.

O maior motivo citado pelas empresas entrevistadas para os investimentos que deverão ocorrer no ano que vem foi o lançamento de produtos e serviços, que responderam por 56% das empresas. Ainda sobre o motivo dos investimentos, uma parcela de 40% prevê a substituição de equipamentos, máquinas e instalações, e outros 19% pretendem investir para ampliar os pontos de vendas da empresa.

Já o motivo menos citado para os investimentos, segundo 8% das respostas, é a abertura de novas fábricas no ano que vem.

 

Estado de São Paulo criou 11.349 vagas de emprego em outubro de 2017

O estado de São Paulo teve o segundo melhor retrospecto na geração de novas vagas de emprego formais em outubro de 2017, fechando o mês na casa de 11.349 empregos gerados. Este resultado chega a ser 0,09% maior em comparação com o mês de setembro deste ano. A responsabilidade destes dados são do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, e foram divulgados no dia 20 de novembro deste ano pelo MTE – Ministério do Trabalho.

Este ótimo resultado é em relação ao cálculo de 353.787 vagas de empregos geradas, subtraídas de 342.438 demissões no mês de outubro no estado de São Paulo. “Os números do mercado de trabalho paulista mostram a recuperação gradual e sustentável da economia e confirmam que estamos no caminho certo para a retomada do desenvolvimento do país”, afirmou Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho.

Com o segundo lugar no saldo positivo de geração de empregos no mês de outubro deste ano – estando atrás apenas de Alagoas, com a criação de 16.393 vagas de empregos formais, os setores que mais tiveram bons resultados este ano foram os setores de: Comércio, Serviços, e Indústria da Transformação, com 9.181, 6.092 e 4.480 novas vagas de empregos geradas, respectivamente. O saldo no acumulado na geração de empregos formais no estado de São Paulo de janeiro a outubro deste ano, atingiu a casa de 124.876 vagas geradas.

Extrativa Mineral (5);

Indústria de Transformação (4.480);

Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (-80);

Construção Civil (-2.095);

Comércio (9.181);

Serviço (6.092);

Administração Pública (-199);

Agropecuária (-6.035);

Total (11.349).

A concentração na criação destas vagas ficou na capital do estado. O município de São Paulo demonstrou um saldo positivo de 3.009 em postos de trabalho criados em outubro deste ano. Em seguida aparecem o município de São José dos Campos, Ribeirão Preto, Guarulhos e Campinas, com 854, 756, 690 e 679, respectivamente.

O saldo na criação de novas vagas de empregos em todo o Brasil, demonstra saldo positivo de 302.189 novas vagas geradas entre os meses de janeiro e outubro deste ano. “São números que nos dão ainda mais certeza de que as medidas adotadas pelo governo colocaram o Brasil de volta nos trilhos do crescimento econômico”, explica Nogueira. O país teve um saldo positivo na geração de emprego de 0,79% de janeiro a outubro deste ano. O Brasil teve saldo positivo no mês de outubro deste ano, fechando o mês com 0,20% positivos em comparação com setembro deste ano.

Trabalhadores são contemplados com serviços onlines revolucionários, diz ministro

Segundo o ministro Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho, “está lançada uma nova e revolucionária plataforma à disposição dos trabalhadores brasileiros”. O ministro fez menção sobre um pacote de quatro novos serviços voltados para o atendimento do trabalhador brasileiro lançado no dia 21 de novembro de 2017.

O ministro também esteve acompanhado do presidente da república Michel Temer durante o lançamento dos quatro serviços onlines, que possibilita uma Carteira de Trabalho no smartphone, encaminhamento seguro e rápido do Seguro-Desemprego, cursos profissionalizantes online e gratuitos para todo o Brasil e acesso à vagas de emprego de forma mais rápida e focada.

“Vivemos na era da revolução digital, que mudou radicalmente a forma das pessoas viverem, agirem e consumirem serviços. Estamos conectando o governo federal a essa realidade, colocando esses serviços importantes acessíveis à palma da mão”, explicou Nogueira durante a realização da cerimônia.

Segundo o presidente da república, esses serviços terão o potencial de ampliar o contato de trabalhadores com serviços essenciais de forma mais rápida e acessível para todos. Essa é uma iniciativa de grande importância do Ministério do Trabalho em prol da qualidade e da modernização dos serviços prestados para o trabalhador brasileiro. “Esse instante segue a regra do nosso governo, que é colocar o Brasil no século 21”, diz Temer.

A estimativa lançada pelo ministro é de que um número de 6 milhões de trabalhadores possam se qualificar através da Escola do Trabalhador. Essas são qualificações profissionais que permitiram o trabalhador ter mais opções de emprego. O projeto é denominado “conhecimento sem fronteiras”, e qualquer pessoa pode acessá-lo através de um computador e uma internet. Os interessados podem acessar o link e fazer um dos cursos disponíveis gratuitamente. Ao todo, são 50 cursos disponíveis que estarão na plataforma até o fim de 2018.

O Seguro-Desemprego pela internet é uma das melhorias que irá permitir mais agilidade na solicitação deste direito assim que a empresa emitir o documento de demissão junto ao site do Ministério do Trabalho.

A Carteira de Trabalho Digital permitirá que o trabalhador tenha sempre em mãos os dados da carteira de trabalho física, basta ter em mãos um smartphone, tablet ou computador com conexão com a internet e acessar as informações.

Para procurar vagas de emprego, o aplicativo Sine Fácil 2.0 irá permitir uma busca rápida e segura de vagas de emprego por trabalhadores de todo o país.