Ano a ano: Conheça a história da CAOA, empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade

A marca do setor automotivo, fundada em 1979, está presente, hoje, em todas as regiões do Brasil.

 

A CAOA é o maior conglomerado de distribuição e fabricação de automóveis da América Latina, fundada em 1979 pelo médico e empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade — atual Presidente do Conselho de Administração da companhia. A empresa é fruto do espírito empreendedor de quem, na ocasião, era um profissional da medicina respeitado em todo o Norte e Nordeste brasileiro.

1979: A proposta 

Há quase 40 anos, a concessionária Ford de Campina Grande, município do estado da Paraíba(PB), falia — isso após vender um Ford Landau, que nunca foi entregue, ao Dr. Carlos. Ele não pensou duas vezes e propôs que a loja fosse repassada para ele, como uma forma de compensar o pagamento realizado pelo veículo não entregue.

Com a negociação concluída, nascia a CAOA, uma referência às iniciais do, então, empresário — Carlos Alberto de Oliveira Andrade — que passou a administrar o empreendimento. Menos de seis anos após a fundação da empresa, já veio o primeiro grande retorno — a CAOA já era a maior revendedora Ford do Brasil.

1992:  A importação de veículos Renault

O ano de 1992 marcou a abertura do mercado brasileiro à importação de veículos que, até então, era proibida. E nessa nova jornada embarcou, também, a CAOA. A companhia se tornou, ainda em 1992, a importadora oficial e exclusiva no país da fabricante francesa Renault, e fez dela a número um em vendas no segmento de importados — e a quinta no mercado em geral.

Contudo, alguns anos depois, a parceria com a montadora francesa foi encerrada e a CAOA deixou de representá-la no País.

1998: A importação de veículos Subaru

Em 1998, a empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade passou a ser a importadora exclusiva da marca japonesa Subaru que, antes, era representada por outro companhia. Quando a CAOA assumiu, as vendas da Subaru triplicaram em menos de um ano.

1999:A importação de veículos Hyundai

A marca sul-coreana de automóveisHyundai também já havia sido representada no Brasil por dois outros distribuidores — mas, sem sucesso.

Cenário que mudou em 1999, quando a CAOA assumiu a tarefa. Em pouco tempo e com a estratégia traçada pelo empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, a marca Hyundai tornou-se líder no mercado brasileiro de importados com o modelo HyundaiTucson.

2007: A inauguração da primeira montadora no Brasil

Em 2007, a CAOA inaugurou — no Distrito Agroindustrial de Anápolis, situado na cidade de Anápolis, em Goiás —a CAOA Montadora de Veículos S/A,primeira fábrica da Hyundai no Brasil.

Erguer a própria fábrica era um sonho para o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade. O empreendimento de R$ 1,2 bilhão foi construído com recursos próprios e rendeu ao executivo o título de “Empreendedor do Ano na Indústria”, entregue pela conceituada revista IstoÉ Dinheiro.

2010: O pontapé inicial nos reconhecimentos

Por conta do seu programa de reaproveitamento de resíduos da produção dos veículos e a participação no reflorestamento da região Centro-Oeste, a CAOA Montadora foi reconhecida, em 2010, com o selo de “Empresa do Bem”, pela IstoÉ Dinheiro. Desde então, outras condecorações vieram ao longo dos anos para a fábrica de Anápolis — como, por exemplo, o selo de “Mais Admirada”, entregue pela publicação Carta Capital.

Ainda em 2012, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade conquistou o título de “Distribuidor do Ano”, dado pela matriz Hyundai e disputado entre os 179 distribuidores Hyundai de todo o planeta. Ele foi o primeiro distribuidor fora da Europa a receber o prêmio.

Já, em 2014, a CAOA conquistou o primeiro lugar no ranking anual de satisfação — tanto em vendas, quanto em pós-vendas — realizado pelo instituto J.D. Power, conceituada consultoria mundial especializada em pesquisas de satisfação.  Feito que a empresa repetiu no ano de 2017.

2015: Ainauguração do Centro de Pesquisa e Eficiência Energética

Em 2015, a CAOA inaugurou nas instalações da CAOA Montadora, em Anápolis (GO), o Centro de Pesquisa e Eficiência Energética (CPEE). Trata-se do mais completo laboratório de Eficiência Energética da América Latina. O espaço realiza análises com novos veículos e motores; bem como, pesquisas de combustíveis e homologação de novos modelos; e estudos sobre conceitos de produtos para a próxima década, sobre mobilidade urbana, sobre conceitos de manufatura e fluxos logísticos, e na linha da Manufatura 4.0.

2017: A parceria com a chinesa Chery

Em 2017, o empreendimento de Carlos Alberto de Oliveira Andrade se uniu, em um acordo histórico de cooperação, com a chinesa Chery, para lançarem a CAOA CHERY, uma nova montadora de veículos 100% nacional.

Essa parceria agrega o melhor das duas empresas: a força da engenharia e os elevados padrões de qualidade de venda e pós-venda da CAOA, com a avançada tecnologia da Chery.

O momento atual

Atualmente, a empresa fundada por Carlos Alberto de Oliveira Andrade está presente em todas as regiões brasileiras e possui concessionárias das marcas Ford, Hyundai e Subaru, além de ser importadora exclusiva dos modelos Hyundai e Subaru no Brasil desde o final da década de 1990. A CAOA também produz, em sua fábrica – a CAOA Montadora – na cidade de Anápolis (GO), os utilitários esportivos Tucson, iX35 e New Tucson, além dos caminhões HR e HD80.

Em quase 40 anos de atuação, a CAOA já superou a marca de um milhão de veículos comercializados no Brasil.

Suspeitos de sonegação receberão cartas da Receita

Notícias sobre o Imposto de renda sempre foram um dos temas que mais provocam discussões no Brasil. Um dos motivos é a insatisfação do brasileiro que sabe que nosso país é um dos que são considerados um dos que mais coram impostos no mundo e que no entanto, tem sérios problemas nas políticas públicas prestadas pelos poderes públicos, além dos resultados dos impostos serem, claramente, bastante pífios para a população que mais sofre o excesso de impostos que paga, ou seja, a maior parte dos trabalhadores brasileiros. Sabemos do peso da enorme carga tributária que pesa sore nós e pouco conseguimos fazer para reverter essa situação.Por conseguinte, há também outro problema do qual a questão dos impostos pagos aqui causa polêmica: a sonegação de impostos.

As notícias que são veiculadas pela mídia tradicional apontam para o grande número daqueles – pessoas físicas ou pessoas jurídicas – que deixaram de pagar o tributo ao famoso leão.

O famoso termo “cair na malha fiscal” é assustador para muitas pessoas e muitos empresários, pois significa estar na mira da Receita Federal como um possível sonegador de impostos. Neste momento, a Receita Federal informa que deverá enviar cerca de 22 mil cartas a contribuintes pessoa jurídica com suspeitas de terem sonegado imposto, baseada na operação denominada Projeto Malha Fiscal da Pessoa Jurídica. O termo específico para os contribuintes responderem aos questionamentos do Fisco diz respeito a inconsistências encontradas no Guia de Recolhimento do FGTS (GFIP), bem como das informações à Previdência Social, que foram objeto de apuração pela Receita. Estes supostos indícios de sonegação correspondem a aproximadamente R$1,6 bilhão de reais, cujo período de apuração abrangeu de setembro de 2013 a dezembro de 2017,

Noticias informadas pela própria Receita Federal avisam que aqueles que receberem as cartas de alerta sore as inconsistências, deverão proceder com o encaminhamento da GFIP retificadora e efetuar o recolhimento das diferenças referentes e naturalmente com a devida correção (os acréscimos legais). A Receita federal ainda notifica que é possível verificar a autenticidade das cartas enviadas através da caixa postal destes mesmos contribuintes, por meio do e-CAC.

Descanso Semanal Remunerado após sete dias de trabalho consecutivo serão pagos em dobro

Após a condenação de uma grande rede de confecções, o Tribunal Superior do Trabalho determinou que folgas concedidas após sete dias de trabalho consecutivos deverão ser pagas em dobro ao trabalhador. A determinação vai de encontro com o que está estipulado na Constituição Brasileira, que diz que é direito do trabalhador o repouso semanal remunerado, de preferência aos domingos. Normalmente, as empresas adotam a escala seis por um, ou seja, após seis dias trabalhados, será concedida uma folga remunerada, nem sempre coincidindo com um domingo.

Inicialmente, a justiça não havia decidido em favor dos trabalhadores, visto que neste caso em especial, as folgas eram concedidas dentro da semana, mesmo que ultrapassasse o período de seis dias de trabalho. A determinação foi dada pelo Ministro Alexandre Luiz Ramos, baseando-se na Orientação Jurisprudencial 410 da SDI (Subseção I Especializada em Dissídios Individuais). O departamento jurídico da empresa alegou que a escala de trabalho é permitida por acordo coletivo, que continha uma norma autorizando o período de trabalho superior a sete dias sem folga, porém o argumento não foi aceito por encontrar barreira na Carta Magna.

Visando a preservação do estado físico e mental do indivíduo, a justiça determinou em decisão unânime que a folga após seis dias de trabalho não pode ser negociada, pois há o risco de violação de direitos fundamentais do trabalhador e colocaria em risco sua saúde e segurança. Em caso de descumprimento, a folga deverá ser paga em dobro a fim de amenizar os prejuízos no bem-estar do trabalhador e coibir este tipo de prática.

A jurisprudência do TST invalida qualquer norma coletiva que permita escalas diferenciadas onde são gozadas folgas após o sétimo dia de trabalho, por entender que a fadiga acumulada em decorrência do exercício da função pode prejudicar a vida de um cidadão a médio e longo prazo.

Conheça melhor a história e as conquistas da incorporadora JHSF

Os primeiros passos da empresa remontam ao ano de 1972, que foi quando Fábio Auriemo e José Roberto Auriemo, com mais dois sócios, criaram a JHS, um negócio que atuava especialmente no ramo da construção. Anos mais tarde, depois de ocorrer uma cisão entre os sócios, a JHS acabou se transformando na JHSF, tendo o executivo Fábio Auriemo ocupando o cargo de presidente.

Após essa mudança, a JHSF também alterou a sua área de atuação e passou a focar no ramo da incorporação, que crescia rapidamente durante os anos 90. Com o passae do tempo, esse ramo se tornou responsável por mais de 90% dos lucros da incorporadora, o que exalta a importância dessa nova estratégia de ação adotada pela empresa.

Ao começar a investir no segmento da incorporação, a JHSF se envolveu em vários projetos de prédios comerciais, até avançar para a incorporação de centros comerciais, como o Shopping Metrô Santa Cruz e o Shopping Metrô Tucuruvi, ambos em São Paulo.

No início dos anos 2000, a empresa se aventurou no ramo da incorporação de luxo, o qual trouxe vários desafios para a JHSF. O maior deles foi o projeto do Parque Cidade Jardim, que necessitou de vários anos de trabalho árduo até ser concluído. Com esse projeto, a incorporadora obteve ótimos lucros com a venda e a locação dos empreendimentos que se encontram dentro desse complexo, como um enorme shopping center com lojas de grife, prédios comerciais e residenciais, restaurantes e inclusive uma sede hotel de luxo Fasano.

Para viabilizar e tirar do papel o projeto do Parque Cidade Jardim, a JHSF se inspirou nos grandes complexos de luxo muito comuns no exterior, os quais são chamados de “empreendimentos multifunções”. A grande liderança por trás do projeto foi o executivo José Auriemo Neto, filho de Fábio Auriemo, que apostou nessa ideia desde o início por acreditar que a capital paulista carecia de um empreendimento desse porte.

Além disso, a incorporadora também fez parte de projetos de incorporação de luxo em outros países da América do Sul, como o Uruguai, onde desenvolveu um condomínio de veraneio voltado para a alta renda.

Com bandeira vermelha em setembro de 2018, economizar energia é solução

Em setembro de 2018, as contas de luz continuam sendo medidas pela bandeira vermelha 2, e logo no início do mês de setembro, a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica -, anunciou que irá revisar a taxa embutida na tarifa que banca os programas sociais de empréstimos subsidiados.

Devido a isso, a conta de luz irá ficar ainda mais cara, principalmente nas regiões Sudeste, Sul e Centro Oeste, com um aumento de 1,6%, e nos estados da região Norte e Nordeste, com aumento de 0,31%. Esse aumento é para cobrir um déficit causado pelo maior volume de combustível que teve que ser comprado para abastecer as termoelétricas. Para pesar um pouco menos no bolso, o jeito é economizar no consumo de energia. Para isso, práticas simples torna possível haver redução na conta de luz no dia a dia dos consumidores.

De acordo com o Engenheiro Eletricista do IPT, professor Mario Leite Pereira Filho, “para reduzir o consumo de energia elétrica em uma casa, as pessoas devem reduzir o consumo de energia dos equipamentos que mais consomem energia elétrica. Isso significa reduzir mais o tempo de uso do chuveiro elétrico, do fogão elétrico, de torneiras elétricas e abrir menos a geladeira. Sempre que for lavar e passar à roupa, procure lavar e passar tudo de uma vez “, diz o professor.

Essa são dicas fáceis de colocar em prática no dia a dia, ficando de olho no medidor e incorporando essa prática pelo resto da vida, o potencial de economia será constante e isso também irá refletir de forma positiva no meio ambiente. As notícias sobre a continuidade da aplicação das atuais tarifas com base na bandeira vermelha 2, foram divulgadas no início do mês de setembro deste ano.

Mais uma vez lembrando que as bandeiras de cor verde e amarela trazem tarifas menores em comparação com a bandeira vermelha, mas isso não impede que o consumidor adote as práticas citadas logo acima de forma constante e corriqueira, fazendo da economia um hábito a ser seguido. Esse hábito também serve de exemplo para que os mais jovens adquiram a prática de economizar energia elétrica com pequenas atitudes que podem ser seguidas por todos.

O mercado que não tem crise. O mercado onde mais falta gente.

Os negócios que mais cresce no Brasil e a área de tecnologia, principalmente na área de programação. Os estudos indicam os negócios que mais para frente faltará são programadores no País. Segundos os especialistas no mercado financeiro, os programadores ão terão riscos de perderem seus empregos.

Hoje tudo que fazemos tem algum tipo de programação. Os Smartphones, Computadores, vídeo games e outros aparelhos eletrônicos que contenha internet. Para saber a programar é necessário aprender inglês básico, pois, todas as linguagens da programação exigem um pouco do inglês.

A programação esta diretamente ligada na área de TI (Tecnologia da Informação). Programas de computadores, aplicativos de smartphone e jogos de vídeo games são os mais comuns nessa área que está cada vez mais comum no dia a dia.

Em seu blog o Programador Adam Silva, lista as linguagens mais utilizadas hoje em dia. Essas programações são:

  1. Java;
  2. 2 . C;
  3. C++;
  4. C# ;
  5. Python;
  6. VB .NET;
  7. PHP;
  8. JavaScript;
  9. 9 .Delphi/Object Pascal;
  10. Swift.

Estas linguagens são as mais utilizadas hoje em dia. Segundo o autor do artigo os salários variam de que tipo de linguagem, podendo chegar até um salário superior de quatro mil reais. O Google uma das maiores empresas do mundo utiliza essas linguagens para suas plataformas como facebook, youtube e gmail e outras mais.

No começo do deste ano o Jornal Económico lançou um artigo escrito pela Almerinda Romeira, dizendo que os programadores lideram nas profissões mais procuradas. Este artigo reforça a realidade do mercado atual.

Hoje pode se notar a importância que um programador tem dentro do mercado financeiro. Com o passar do tempo mais essa profissão ganhará destaque pelo mundo. Uma grande chance dos jovens entrarem no mercado de trabalho. Melhor maneira de ganhar dinheiro com a internet, ou trabalhando em casa, fazendo uma grande negócio.

BNDES adota postura transparente ao quitar R$ 130 bilhões devidos ao Tesouro

A dívida de R$ 130 bilhões entre o BNDES e o Tesouro Nacional foi quitada pelo banco no final do mês de agosto de 2018. As notícias de que o banco conseguiu quitar essa importante dívida que perdurava por alguns anos, e de que existe um cronograma de pagamento ao Tesouro previsto para até 2060, foi divulgada pelo presidente do BNDES, Dyogo Oliveira.

Em relação ao cronograma de pagamento previsto, Oliveira diz que não existe mais quantias para serem devolvidas ao Tesouro. Com a devolução desses recursos já este ano, o governo tem como fazer valer a “regra de ouro”, que poderá ser colocada em prática diante da emissão de papéis ligados a dívida pública do país. Os gastos poderão ser melhores financiados, principalmente os gastos correntes, como as despesas de ministérios, salários de servidores, dentre outros gastos desta natureza.

Durante os últimos quatro anos, o banco já devolveu ao Tesouro a quantidade equivalente a 5% do PIB – Produto Interno Bruto – brasileiro, de acordo com o presidente do BNDES. Oliveira participou de uma audiência pública em agosto deste ano para que a sociedade brasileira saiba sobre a transparência das ações do BNDES. Logo após o evento, Oliveira falou com os jornalistas que cobriam o evento e explicou que a quitação da dívida com o Tesouro Nacional e a busca por mais transparência marcam uma nova fase que se inicia no BNDES.

“Chegamos ao fim daquela época em que as pessoas se referiam ao BNDES como se fosse uma caixa-preta. A partir desse momento, o BNDES passa a ser um banco totalmente transparente e confiável para os investidores brasileiros”, diz Oliveira em tom de empolgação.

“Os reflexos positivos para a economia do país podem ser esperados com uma boa gestão do banco de fomento. Ter a confiança do empresário brasileiro neste momento de recuperação do país é essencial para o futuro da economia brasileira, e é com transparência e muito empenho que o banco pretende firmar esse compromisso daqui para frente”, explica Oliveira.

Caixa tem lucro recorde de R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2018

Anunciado neste mês de agosto, o lucro da Caixa Econômica Federal mostrou forte crescimento em 2018, registrando R$ 6,7 bilhões. A boa notícia para a economia da estatal foi divulgada em São Paulo, pela direção do banco, e foi o melhor desempenho já verificado pela instituição em um semestre.

Para a contabilidade da Caixa, o lucro registrado no período foi 63,3% maior que o mesmo semestre de 2017. Todavia, houve um recuo na carteira de crédito do banco, que fechou o período com saldo de R$ 695,3 bilhões, uma queda de 2,9% em relação aos últimos doze meses.

Boa notícia foi também verificada no índice de inadimplência no período, com média de 2,5%. O índice atualizado mostrou uma queda de 0,4% no quesito, com desempenho estável se comparado ao mesmo resultado do ano anterior. Para se ter uma ideia, a média do índice, no mercado geral, apontou 3,6% no semestre.

A Caixa Econômica também mostrou um resultado notável no setor de crédito imobiliário, com índice de participação de 69,3%, resultado que a coloca na liderança da área. Aplicando as taxas de juros estipuladas pelo governo, a estatal registrou um saldo positivo de R$ 436,5 bilhões na carteira imobiliária, que representa uma alta de 3,6% nos últimos doze meses.

Outro fator que impactou positivamente o desempenho da Caixa Econômica foi a caderneta de poupança, que obteve um crescimento de 8,4% em doze meses. O saldo verificado da caderneta foi de R$ 283,2 bilhões no primeiro semestre, um aumento de 8,4% no período.

O ótimo resultado da caderneta de poupança, no entanto, já era aguardado pelos analistas financeiros. Recentemente, o Banco Central (BC) divulgou um levantamento apontando que os depósitos em poupança, no país, foram maiores que os saques, com saldo positivo de R$ 3,747 bilhões. Em termos absolutos, foram R$ 189,7 bilhões em investimentos no período, contra R$ 186 bilhões em retiradas.

De acordo com a divulgação oficial, o acumulado dos sete primeiros meses deste ano apontou saldo positivo de R$ 11,09 bilhões. Segundo os especialistas do Banco Central, esse foi o melhor desempenho verificado pela caderneta de poupança nos últimos quatro anos.

Cursos de MBAs fazem a diferença no mercado de trabalho, apontou o advogado Fagali

Formado em Direito pela PUC de São Paulo, o advogado Bruno Fagali ressaltou a importância de aprimorar os programas de compliance, conforme as particularidade pertinentes às atividades publicitárias. Para isso, o advogado destacou o Master of Business Administration (MBA), um grau acadêmico de pós-graduação Lato Sensu direcionado ao público que deseja atuar nas áreas de gestão de empresas e gestão de projetos. Segundo ele, este tipo de curso é fundamental para preparar verdadeiros líderes diante dos desafios das empresas, principalmente em temas como o Compliance, cada vez mais presente em discussões em salas de aula.

Responsável pela FAGALI Advocacia, Bruno demonstrou a necessidade dos cursos preparem profissionais comprometidos com a ética, a integridade e a transparência dentro da área de atuação. Logo, faculdades como a Fundação Getúlio Vargas – FGV – procuram se adaptar aos novos tempos, por meio de reuniões periódicas com as empresas em busca de informações e perspectivas do mercado de tramalho. Fagali ressaltou como é relevante os cursos se atualizarem para atender as exigências do mercado. Para o diretor de Programas e Processos Acadêmicos da FGV, Gerson Lachtermacher, os novos conteúdos são capazes de criar cursos de pequena e média duração e, posteriormente, serem incorporados aos MBAs.

Nesta mesma linha de raciocínio, o diretor do Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Vicente Ferreira, mostrou que grandes escolas já incorporaram este método de trabalho, desenvolvendo discussões que tratam sobre responsabilidade social e ambiental e a indispensabilidade da transparência, a fim de evitar conflitos de interesse, sempre trabalhando com ética. Já o curso de MBA de Marketing Estratégico da ESPM-Rio incorporou a sua grade curricular as novas questões para formação de executivos, adequando-se às mudanças na sociedade.

Com efeito, Fagali enfatizou esta medida como essencial, destacando a necessidade de fazer reuniões constantes do conteúdo das disciplinas, além de alertar sobre outro assunto muito discutido nos MBAs da atualidade, que é o empreendedorismo. Para o reitor acadêmico Maximiliano Damas, da UniCarioca, este tema é primordial para o desenvolvimento dos alunos, bem como do país. Dessa forma, o advogado salientou a sua aposta nos cursos de compliance, que foi impulsionado no país graças a entrada em vigor da chamada Lei Anticorrupção, tendo como característica responsabilizar as companhias por atos ilícitos praticados por funcionários, com a imposição de multa até 20% do faturamento bruto anual, além de contribuir com o Poder Público, ao reduzir as penas de infratores que colaborarem para inibir fraudes.

Por fim, Fagali acredita que o principal motivo dos alunos buscarem um curso de MBA é a possibilidade de juntarem vários aspectos, como conteúdo atual e inovador, aplicabilidade na realidade, network que oferece novas ideias, oportunidades e projetos, metodologias de ensino modernas, tecnologia em sala de aula, atividade de coach e diversos outros fatores que contribuem positivamente para a formação acadêmica do aluno, com base nas palavras de Eduardo Murad, diretor de ensino de pós-graduação Lato Sensu da Unisuam. É necessário desenvolver cursos que estabelecem uma boa ética corporativa, sendo fundamental a participação e o apoio de todos envolvidos, finaliza o advogado.

Carrefour Brasil obtem alta de rendimento no segundo trimestre de 2018

Impulsionado pela expansão de vendas do setor de atacado, o Carrefour Brasil obteve um lucro líquido de R$ 440 milhões no segundo período trimestral de 2018. Comparado aos números conquistados no ano passado, o valor corresponde a uma alta de 47% no trimestre. A queda dos juros na economia e a redução das dívidas da companhia também ajudaram no resultado positivo.

Desempenho similar foi verificado pela concorrente do setor, a companhia GPA, que publicou um resultado superior em cinco vezes ao obtido no mesmo período de 2017. Também facilitada pela expansão do setor de atacado, os ganhos com a política de reversão de tributos foi outro fator vantajoso para o grupo.

De acordo com as pesquisas e os balanços da companhia, o setor de Atacadão teve uma alta de cerca de 20% antes da depreciação, amortização, impostos e juros, que sofreram ajustes no segundo período trimestral em relação ao ano anterior, o que significou R$ 593 milhões. Em virtude dos grandes estoques de produtos nas lojas da rede, o grupo anunciou que não foi prejudicado de maneira intensa pelos efeitos da greve dos caminhoneiros.

No entanto, segundo levantamentos nesta área de comércio, a Páscoa no início de Abril e a paralização atingiram significativamente as companhias de supermercados. Segundo as pesquisas, o Ebitda da unidade recuou perto de 38%, significando R$ 161 milhões. De acordo com o levantamento do Carrefour Brasil, a Páscoa e a greve acabaram por impactar o setor, e foram responsáveis por mais da metade da queda nas vendas.

A empresa ainda informou que o ramo que mais obteve crescimento no varejo foi o comércio eletrônico, com o GMV (valor bruto de vendas) alcançando 123% de alta no período. Comparado com os resultados de 2017, foi uma elevação de 21% nos resultados. O aumento da variedade nos produtos fornecimentos certamente ajudou a empresa: sua taxa de crescimento foi de 34% em relação ao primeiro trimestre.

Com base no balanço, o grupo Carrefour Brasil, que anunciou que pagará dividendos de R$ 122 milhões aos seus acionistas, fechou o resultado financeiro no período com R$ 55 milhões negativos. Em 2017, o resultado negativo foi de R$ 216 milhões.